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Resenha – Kiss Monster Tour

by on 19/11/2012

Seis Horas da manhã no portão da arena Anhembi a fila já estava grande e vários fãs já acampavam quando os outros começaram a chegar.

A maior concentração se deu por volta das 10 horas quando realmente começou a ficar lotado. Na fila havia fãs extremamente hardcore, muitos com varias tatuagens de ex e atuais integrantes, (há de se convir que era tatuagem pra caramba) outros com camiseta, botas e fivelas de cinto com o Kiss gravado, o que não faltou foi vontade de demonstrar sua devoção à famosa banda anticristã, e claro ser o máximo hard que conseguisse. O sol não dava trégua, e na fila podia se ver varias pessoas começando sua preparação para o show. Pancake, tinta liquida, guache, valia de tudo. Na abertura dos portões houve grande aglomeração e confusão ocasionado pelos aventureiros fura fila. A arena Anhembi não é o melhor lugar pra show deste tipo, pois é tudo uma grande pista (para aqueles que não conhecem) e então quem deixar pra vir depois só consegue ver pelo telão. Das 16h até as 21 havia longo caminho de espera, nada como truco, facebook mobile e aquela guerra de bunda, ombros e cotovelos pra manter o lugar.

As 8 e meia, sobe ao palco a banda Viper liderada por André Matos (ANGRA) que cantou até Pantera, mas não cantou SAINT SEYA :’(, por volta das 21, começa os preparos do show principal, com isso é ligado refletores em direção a plateia para que esta não veja a organização, após repetidas propagandas da Budweiser, (patrocinadora), e da organizadora XYZ, desce a tão esperada cortina escrito KISS em prata.

Abrindo com Detroit Rock City os integrantes desceram de uma plataforma com fogos de artifício, Gene surge do backstage com uma espada com o cabo em chamas e a finca na frente do palco. Depois vem Shout It Out Loud e a galera pula prensando o pessoal da grade ai vem Calling Dr. Love, Hell or Hallelujah, Wall of Sound e Hotter Than Hell, onde você sentia o calor das chamas que saiam do palco. Teve Gene Simmons içado para a parte superior do palco para a fodidassa God of Thunder com direito a sangue saindo pela boca e tudo mais, Paul Stanley indo de tirolesa pra estrutura no meio da galera, mas o impressionante mesmo foi o solo do Eric Singer (ex-sabbath) e do Tommy Taylor que não deixaram a desejar. Nas mascaras de Ace Frehley e Peter Criss, os novos integrantes soltaram fogos de artifício disparados pela guitarra e o baterista teve sua bazuca explosiva.

Num desabafo antes de I was made for loving you, Paul Stanley diz que esteve na Argentina, no Chile e em Porto Alegre, mas que “Estar em São Paulo era como estar em casa..Nosso coração esta aqui” isso já levou a delírio os 25 mil presentes, posteriormente ainda disse “Vocês São Paulo, são o numero 1” e houve orda de gritos a Paul Stanley, deixando Gene Simmons incrédulo, que fazia gestos de reprovação ao lado do palco, ainda teve pyscho circus levantando a galera.

Em Black diamond Stanley pede pra São Paulo cantar mais alto. E a bateria de Eric é içada mais uma vez. Para fechar o espetáculo teve a tão esperada Rock rock all night, sob chuva de papeis e explosões no palco. Após o show ainda teve rodada de fogos de artifício, desta vez por fora do palco… Enfim uns dirão que foi praticamente ALIVE 35 outros que foi melhor do que o de 2009. Seja lá o que vocês acharem. Foi inesquecível. Afinal quis é uma banda espetáculo, e eles sabem como fazer um.

Por @Tao_Lita

From → Resenhas, Textos

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